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22 de dezembro de 2014

A lenda da Vela

A lenda da Vela. Confesso que desconhecia o significado da tradição de acendermos uma vela em casa nas vésperas de Natal. Depois de ler a lenda concordo que se adequa à época que atravessamos.

"Era uma vez um pobre sapateiro que vivia numa cabana na encruzilhada de um caminho, perto de um pequeno e humilde povoado. Como era um homem bom e queria ajudar os viajantes que à noite por ali passavam, deixava numa janela da sua casa uma vela acesa todas as noites, de modo a guiá-los.
E apesar da doença e a fome nunca deixou de acender a sua vela.
Veio então uma grande guerra, e todos os jovens partiram, deixando o povoado ainda mais pobre e triste. 
As pessoas do povoado ao verem a persistência daquele pobre sapateiro que continuava a viver a sua vida cheio de esperança e bondade, decidiram imitá-lo e, naquela noite, que era véspera de Natal, todos acenderam uma vela em suas casas, iluminando o povoado.
À meia-noite os sinos da Igreja começaram a tocar anunciando a boa nova: a guerra tinha acabado e os jovens regressavam ás suas casas!
Todos gritaram: É milagre! É o milagre das velas!
A partir daquele dia acender uma vela tornou-se tradição em quase todos os povos.na véspera de Natal.
É com este texto a lenda da Vela que vos desejo um Feliz e Santo Natal cheio de saúde, paz e amor. Que nunca percam a esperança que dias melhores virão, e que nunca percam a bondade que existe dentro de vós.





27 de agosto de 2013

Conto da semana - Como derrubar muros

Conto da semana - Como derrubar muros. Há dias em que a realidade não me basta. Preciso de outra história em novo conto, um novo drama, uma nova vida com um mundo imaginário para me entender a mim e ao mesmo tempo o mundo que me rodeia incluindo alguns elementos da minha família.
Hoje é um dia desses.

Derrubar muros

Num deserto viviam dois eremitas. Cada qual tinha a sua gruta, uma em frente da outra. Depois de muitos anos de mortificação, um dos dois eremitas estava verdadeiramente convencido que tinha alcançado a perfeição. 
O outro era também um homem piedoso mas sobretudo muito bondoso. Parava a conversar com os viajantes, confortava os tristes, ajudava quem necessitava e até hospedava na sua gruta os que andavam perdidos.
O colega eremita, criticando-o, disse-lhe:
- Perdes  tanto tempo com pessoas em vez de o dedicares à oração!
O bondoso eremita não fazia caso das críticas e continuava a fazer o bem sem olhar a quem.
O outro para mostrar o seu desagrado, decidiu colocar uma pedra à porta da sua própria gruta, todas as vezes que via o outro a acolher alguém. As pedras foram-se acumulando à entrada da gruta. Passado algum tempo, eram tantas que formavam um verdadeiro muro. E o eremita ficou fechado lá dentro, isolado, sem poder sair.

Este eremita fazia consistir a perfeição em passar o seu tempo a recitar orações e a fazer penitências. Fazia apenas isso sem se preocupar com o próximo, não ligando ao sofrimento nem às suas necessidades. O outro eremita bondoso também rezava mas estava atento às necessidades do próximo prestando-lhe auxílio. Tinha tempo para orar e tempo para dedicar ao próximo.

Conto da semana - Como derrubar muros. Quando  temos vontade em ajudar o próximo ou mesmo familiares que estejam a passar dificuldades  não há muros que não consigamos derrubar, não há obstáculos quando existe uma grande vontade de realizarmos alguma coisa, basta querer. A falta de tempo não é desculpa para tudo.